O Nu começou o ano forte. No T1’25, a empresa conquistou mais de 4 milhões de clientes, totalizando 118,6 milhões. Desse total, 104,6 milhões estão no Brasil, onde quase 30% dos adultos têm seu principal relacionamento financeiro com o Nu. A empresa também alcançou 11 milhões de clientes no México e quase 3 milhões na Colômbia.
O maior engajamento (taxa de atividade de 83,2%) impulsionou a receita média mensal por cliente ativo (ARPAC), o que, combinado com um baixo custo de atendimento e uma expansão de 62% no portfólio de juros, fez com que as receitas aumentassem 40% em relação ao ano anterior, para US$ 3,2 bilhões no trimestre.
"Com um equilíbrio entre ousadia e disciplina, estamos aproveitando diversas oportunidades de crescimento ao expandir de forma responsável, reinvestir estrategicamente e ampliar nosso bem sucedido modelo de negócios. Estamos confiantes de que, ao aprimorar continuamente nosso portfólio e posição de mercado, o Nubank aproveitará a longa jornada de crescimento à nossa frente e proporcionará valor duradouro tanto para clientes quanto para acionistas", afirma David Vélez, fundador e CEO do Nubank.
Destaques dos resultados:
Operacionais e comerciais:
- Clientes – 118,6 milhões
- 4,3 milhões adicionados no T1’25
- ARPAC – US$ 11,2 (aumento de 17% YoY FXN), com coortes mais maduras em US$ 26
- Custo médio mensal de atendimento por cliente ativo: US$ 0,7
- Taxa de atividade: 83,2%
- Índice de eficiência: 24,7% (incluindo um impacto pontual que, se desconsiderado, teria resultado em um índice de 26,7%)
- Portfólio de crédito ao consumidor no Brasil: 4,7% para NPL 15-90 (em linha com as expectativas e abaixo do aumento sazonal histórico) | 6,5% para 90+NPL (queda de 50 pontos-base)
Financeiros:
- Receitas globais: US$ 3,2 bilhões (+40% YoY FXN)
- Lucro Líquido: US$ 557,2 milhões (+74% YoY FXN)
- ROE anualizado: 27%
- Carteira que rende juros: US$ 13,8 bilhões (+62% YoY FXN)
- Depósitos totais: US$ 31,6 bilhões (+48% YoY FXN)