David Vélez conversou com Roelof Botha, sócio-gerente da Sequoia Capital, para o
Podcast Crucible Moments. Douglas Leone, sócio na Sequoia, e Cristina Junqueira e Edward Wible, cofundadores do Nu, também participaram contando a história da companhia e os principais desafios e conquistas até aqui.
Em Davos, para o Fórum Econômico Mundial, David
comentou sobre o cenário macroeconômico desafiador no Brasil devido às altas taxas de juros e reforçou que o Nu está bem preparado para lidar com condições adversas, afirmando que prevemos um crescimento contínuo no crédito.
O Nu anunciou um investimento de US$ 150 milhões no Tyme Group, um dos bancos digitais de crescimento mais rápido no mundo. A
Forbes analisou o impacto disso na concorrência bancária no Sudeste Asiático.
O Valor Econômico afirma que 2024 ficará marcado como o ano em que o Nu ultrapassou o Itaú em valor de mercado, consolidando-se como a instituição financeira mais valiosa da América Latina.
O Nubank foi listado
pela Bloomberg Línea entre as 10 maiores empresas que deverão se destacar em 2025 por meio de seus planos de expansão. De acordo com a
Pesquisa Radar de Influência Digital, do MIT Tech Review, do Tec Institute e da Bendita Imagem, o Nu está entre as marcas mais influentes do Brasil na conexão com o público.
O Nu também foi considerado o “banco com IA” mais lembrado na pesquisa "Melhores da Internet”, realizada pelo Datafolha.
Vitor Oliver disse que a empresa tem usado a IA para oferecer produtos e serviços melhores e mais acessíveis em grande escala.
O StartSe destacou como a integração estratégica da inteligência artificial nas operações do Nu gerou eficiência e economia.
Livia Chanes, Daniel Silva, Felipe Lamounier e Felipe Meneses foram incluídos na
lista Bloomberg Línea dos 100 Inovadores da América Latina em 2024.
A Época Negócios destacou a aquisição da Hyperplane pelo Nubank entre os negócios mais relevantes de 2024.
A IstoÉ Dinheiro publicou um artigo avaliando as perspectivas do mercado de ETF no Brasil, com comentários de Andrés Kikuchi.
O México tem atualmente várias instituições, incluindo o Nu, em processo de obtenção de uma licença bancária.
El Economista comentou sobre o progresso dessas companhias e analisou o cenário no país.
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